"Apresentação
Presentation
Presentation
Pertencimentos, individualização e subjetividades
Belonging, individualization and subjectivations
Distanciando-se de possíveis usos reifcados da palavra família, os artigos
apresentados no dossiê Pertencimentos, individualização e subjetividades
colocam em evidência a dinamicidade dos processos socioculturais que
produzem as experiências de família através das quais os sujeitos se constituem,
recriando-as em permanência. Apoiadas em linhagens teóricas diversas, as
análises colocam o foco em práticas e discursos de e para as diferentes idades
da vida, deixando entrever a dimensão relacional que as caracteriza. Ao trazer
à tona o que pode estar em jogo na colocação do nome paterno na certidão de
nascimento, em deslocamentos residenciais ou na expressão de sentimentos,
em práticas de mercado ou em atuações que visam garantir direitos, estes
artigos desacomodam evidências. Assim procedendo, expõem limites do “olhar
organizador” que segmenta infância, juventude ou velhice podendo obscurecer
tanto a fuidez de suas fronteiras quanto de suas relações cotidianas. Para
além de constatar os processos de individualização em curso em sociedades
ocidentais, o que vemos emergir são sujeitos envolvidos em reconfgurações
relacionais, rearranjos de poder, construções de si em referência a lugares,
flhos, leis, juízes, pais, agentes de políticas, parceiros... "
Belonging, individualization and subjectivations
Distanciando-se de possíveis usos reifcados da palavra família, os artigos
apresentados no dossiê Pertencimentos, individualização e subjetividades
colocam em evidência a dinamicidade dos processos socioculturais que
produzem as experiências de família através das quais os sujeitos se constituem,
recriando-as em permanência. Apoiadas em linhagens teóricas diversas, as
análises colocam o foco em práticas e discursos de e para as diferentes idades
da vida, deixando entrever a dimensão relacional que as caracteriza. Ao trazer
à tona o que pode estar em jogo na colocação do nome paterno na certidão de
nascimento, em deslocamentos residenciais ou na expressão de sentimentos,
em práticas de mercado ou em atuações que visam garantir direitos, estes
artigos desacomodam evidências. Assim procedendo, expõem limites do “olhar
organizador” que segmenta infância, juventude ou velhice podendo obscurecer
tanto a fuidez de suas fronteiras quanto de suas relações cotidianas. Para
além de constatar os processos de individualização em curso em sociedades
ocidentais, o que vemos emergir são sujeitos envolvidos em reconfgurações
relacionais, rearranjos de poder, construções de si em referência a lugares,
flhos, leis, juízes, pais, agentes de políticas, parceiros... "
Nenhum comentário:
Postar um comentário