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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

FOGO CONTRA FOGO

Em 28 de novembro de 2010, o secretário José Mariano Beltrame, natural de Santa Maria, Rio Grande do Sul, proclama:
- O complexo do Alemão era o coração do mal onde havia a convergência de marginais. Isso mostra uma perda de moral dos traficantes. Se chegamos no Alemão, chegaremos na Rocinha e chegaremos no Vidigal.
Passados aproximadamente nove meses (tempo de gestação da invasão) temos as primeiras pistas sobre o que pode acontecer.
Muitos pesquisadores foram simpáticos e até demonstraram entusiasmo ao falar da política das unidades de pacificação. Sobre os ombros destes policiais, o governador foi reeleito para seu segundo mandato e anunciou:
Tarefa para um Hercules. Mas nosso demasiadamente humano governador não deu conta da própria segurança, posta em risco em evento recente, envolvendo sua família em uma tragédia que pode ser nomeada assim: “Ícaro em más companhias”.
As ações do Estado em relação aos servidores públicos, como no caso dos Bombeiros, coloca uma complicada questão para debate. È preciso que ouçam os especialistas, mas em 24 de novembro de 2010, no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, ouvi pela décima vez desde que moro no Rio,  a voz dos moradores de favela. E eles disseram, vindo do Dona Marta, do Borel, da Cidade de Deus e da Providência:
- É O MESMO, É O GPAE.
Acredito que estão mais uma vez, certos. Em 2003, a proposta do GPAE era, segundo livro “Cultura de Paz e Prevenção à Violência”, “adentrar e ficar na favela” – era a tentativa de uma reabilitação do modelo esgotado de polícia, apontando a solução para polícia comunitária nas favelas cariocas.
É certo que para os moradores fora da área de favela e no perímetro urbano que compreende principalmente,  zona sul- Maracanã, a sensação de segurança aumentou, o preço dos imóveis disparou e a vida pareceu ganhar a tão sonhada rotina. Não fossem os bueiros sumidouros da cidade.
Já para os moradores de favela, o aumento dos custos e a especulação também estão presentes. Mas a principal questão permanece : os usos do território, o espaço dos bares e das casas, os horários de ir e vir e como transitar nestes espaços. A liberdade.
Seria a UPP Social, o que faltou para combater o medo dos moradores? Apagar a forma como os policiais tem sido vistos desde sempre na favela? Manchete de setembro de 2011:
 “De acordo com o general Adriano Pereira Júnior, chefe do  Comando Militar do Leste, o principal desafio é combater o medo da população através de um trabalho conjunto da comunicação social do Exército e da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos”.
São as mesmas metáforas bélicas, combate ao tráfico, combate ao medo, combate aos vândalos que sempre são “alguns” entre a maioria pacífica da população. Mas esta índole pacífica não é uma verdade precisa. Durante  os anos de 2005-2009, em pesquisa em Acari, Maré e Rocinha, todos os entrevistados tinham uma posição muito firme em relação as instituições policiais : eram DESMORALIZADAS. Se o nível de intensidade do ódio variava, entre aqueles que já haviam sofrido diretamente e os que sofriam coletivamente o problema que era morar na favela, a percepção sobre a desmoralização era consensual. Como combater o medo com uma força usada para guerra, dentro da cidade? Vivíamos um quadro de pavor, pré UPP, com o veículo que buscava nossas almas. Preto, blindado, impávido. Mas o atual silenciamento seria possível por quanto tempo? E por quanto tempo mais será possível, manter uma política pública com base em “tentativas de ganhar a confiança dos moradores”? Estas piadas de mau gosto, que não combinam com a inteligência da população fluminense, mas são contadas décadas após décadas. como mantras que se realizariam sem trabalho. Estes mitos de marginais fortemente armados em algum lugar. Acreditem amigos, provavelmente eles voltaram na semana passada, pelo mesmo caminho que todas as televisões do país mostraram na tomada de 2010: pelas galerias pluviais construídas pelo Plano de Aceleração do Crescimento. Explicações e mitos estão no mundo desde e Grécia Antiga. Cada um pode escolher o que melhor justifica a ação ou a inércia. A total ignorância ou a total incompetência. Ou todas as opções anteriores.
Portanto, secretário Beltrame, nobre secretário: O Complexo do Alemão não é o coração do mal da cidade do Rio de Janeiro. Se algum mal há nesta cidade, devemos chamar a luz dos fatos, o prefeito Candido Barato Ribeiro, o também prefeito e engenheiro Pereira Passos, ambos (para não citar outros) que com políticas urbanas segregacionistas impuseram a ocupação dos morros da cidade como lugares de habitação. Certamente estes homens, tinham lá seus ideais sobre a cidade, a cidade de Haussmann, a cidade-luz. Nosso ideal de Brasil tem sido este: importa-se o projeto de cidade, importa-se o projeto de segurança de N. Y. ou da Colômbia, importa-se. Mas não vai haver nada possível, governador, para que sua promessa se cumpra até 2014. Nem milicianos, nem traficantes? Mesmo que Padilha seguisse filmando suas ficções realistas, nem ele daria conta deste roteiro.



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

MITO E RAZÃO

 trecho:

Desde o advento  da Ciência,  no século XVII, que rejeitamos  a
mitologia como um produto  das mentes  supersticiosas e primitivas.
Contudo,  só agora conseguimos ter  uma perspectiva mais profunda
e completa  da natureza e do papel  do mito na história do Homem.
Nestas cinco conferências, o notável antropólogo Claude Lévi-
Strauss oferece  penetrante  visão que é fruto  de uma vida dedicada a
interpretar os mitos e a tentar descobrir o seu significado para o
entendimento  humano.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

EXERCÍCIO PARA AULA DO DIA 12

PREZADOS

Aproveitando meu pedido anterior sobre pesquisa em sites de universidades, solicito que até o dia 14 de agosto, enviem para o endereço lucianeunicarioca@gmail.com:

1. 5 títulos de dissertações ou teses que resultaram da pesquisa nos sites.

2. 10 autores que a partir desta pesquisa poderiam ser lidos para os projetos de cada um.

Não é preciso justificar e é claro, que poderão citar autores já canônicos. O importante é ir montando um corpus de referências e buscar novos trabalhos - ELES EXISTEM - nos sites de pesquisa. Ou seja, pode haver no Paraná ou em Pernambuco, alguma tese que discuta algo próximo ao tema de vocês. Por que não ler?

abraços. Trarei fitas do senhor do Bomfim para que ponham no pulso até o dia da defesa dos projetos.

Luciane

quarta-feira, 27 de julho de 2011

trajetórias : GOFFMAN E BECKER POR GILBERTO VELHO

TRECHO:

Filhos de imigrantes judeus, de origem relativamente modesta, Goffman e Becker ascenderam socialmente, através do trabalho intelectual e da vida acadêmica, atingindo grande prestígio e notoriedade. Depois de inícios de carreira em que enfrentaram embaraços e dificuldades de diversas naturezas, Goffman, canadense, e Becker, de Chicago, construíram trajetórias profissionais brilhantes e tornaram-se figuras exponenciais de sua profissão nos Estados Unidos e internacionalmente. Estudantes e colegas do Departamento de Sociologia da Universidade de Chicago no final dos anos 40, começo dos anos 50, tomaram rumos diferenciados, embora mantivessem sempre algum contato.
Os trabalhos de Goffman começam a ser mais conhecidos no Brasil em meados dos anos 60. A ciências sociais no país tinham, na época, como referências principais o marxismo e o estruturalismo, com suas diferentes versões e facções. O nacionalismo antiimperialista e o próprio regime militar, com as radicalizações a ele associadas, não constituíam, propriamente, um estímulo à divulgação de autores norte-americanos, principalmente quando não ligados de modo nítido a uma preocupação de análise mais ampla de processos socio-históricos. Isso correspondeu a uma conjuntura especialmente polarizada, pois na própria formação das ciências sociais no país houvera influência de autores e pesquisadores como Donald Pierson, Emilio Willems, Charles Wagley, entre outros. Mas nos anos que se seguiram ao golpe de 1964, e mesmo no período imediato que o precedeu, houve uma forte tendência de rejeição à produção norte-americana, classificada de empiricista e pouco sofisticada. Uma exceção era C. Wright Mills, cuja obra, influenciada por Marx e Weber, apresentava forte componente crítico em relação à sociedade capitalista, particularmente aos próprios Estados Unidos (Mills, 1956).

terça-feira, 19 de julho de 2011

DOSSIÊ Pertencimentos, individualização e subjetividades

trecho de APRESENTAÇÃO POR FERNANDA RIBEIRO
"Apresentação
Presentation
Pertencimentos, individualização e subjetividades
Belonging, individualization and subjectivations
Distanciando-se de possíveis usos reifcados da palavra família, os artigos
apresentados  no  dossiê  Pertencimentos,  individualização  e  subjetividades
colocam  em  evidência  a  dinamicidade  dos  processos  socioculturais  que
produzem as experiências de família através das quais os sujeitos se constituem,
recriando-as  em  permanência. Apoiadas  em  linhagens  teóricas  diversas,  as
análises colocam o foco em práticas e discursos de e para as diferentes idades
da vida, deixando entrever a dimensão relacional que as caracteriza. Ao trazer
à tona o que pode estar em jogo na colocação do nome paterno na certidão de
nascimento, em deslocamentos residenciais ou na expressão de sentimentos,
em  práticas  de mercado  ou  em  atuações  que  visam  garantir  direitos,  estes
artigos desacomodam evidências. Assim procedendo, expõem limites do “olhar
organizador” que segmenta infância, juventude ou velhice podendo obscurecer
tanto  a fuidez  de  suas  fronteiras  quanto  de  suas  relações  cotidianas. Para
além de constatar os processos de individualização em curso em sociedades
ocidentais, o que vemos emergir são sujeitos envolvidos em reconfgurações
relacionais,  rearranjos de poder,  construções de  si  em  referência  a  lugares,
flhos, leis, juízes, pais, agentes de políticas, parceiros... "

terça-feira, 14 de junho de 2011

QUINTA AULA : O ESPÍRITO DA PESQUISA - PIERRE BOURDIEU

TRECHO DE ARTIGO ESCRITO POR ADRIANE RODOLPHO, ANTROPÓLOGA.
http://www3.est.edu.br/nepp/revista/014/14adriane.htm

"Pierre Bourdieu nasce em 1930 no sudoeste da França (Hautes-Pyrénées), filho de um funcionário dos Correios. Em 1951, o jovem provinciano ingressa na Escola Normal Superior, prestigiosa academia em Paris, onde é confrontado com a cultura burguesa da maioria de seus colegas, elite erudita e oriunda das classes sociais mais favorecidas da sociedade francesa. Sobre esse aspecto, Dortier2 é claro ao descrever Bourdieu nesse cenário:
Lá, o jovem provinciano, acanhado e desajeitado, encontra-se imerso em um mundo que não é o seu. Um mundo de jovens burgueses brilhantes, bem falantes, cultivados, à vontade tanto no manejo do verbo quanto da pluma. O jovem Bourdieu, ele, ainda que tenha conseguido subir todos os degraus da hierarquia escolar, não se sente, entretanto, à vontade nem na escrita nem na oratória. E ele não o será jamais. Mesmo que sua obra seja imponente, ele não terá a pluma fácil e alerta; ainda que ele tenha feito centenas de conferências, ele não será um orador. Como Flaubert, a quem ele consagra As regras da arte. Gênese e estrutura do campo literário (Seuil, 1992) a expressão de seu pensamento deve passar pelo esforço permanente de autocontrole, de luta contra si mesmo. Todo o contrário da facilidade aparente desses estudantes oriundos da burguesia cultivada que ele encontra na rua de Ulm.3"

QUARTA AULA : ESCOLA DE CHICAGO

..."
Em 24 de abril de 1990, durante sua última visita ao Brasil, Howard Becker pronunciou, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (Museu Nacional, UFRJ), uma conferência sobre a história da Escola de Chicago de sociologia. Tendo permanecido inédita, é esta conferência que Mana tem o prazer de publicar agora. Howard Becker é professor de Sociologia da Universidade de Washington, Seattle, EUA, e autor de extensa e influente obra. Dentre seus inúmeros livros destacam-se: Outsiders: Studies in the Sociology of Deviance (1973) e Art Worlds (1982). Em português, foram publicados: Uma Teoria da Ação Coletiva (1977) e Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais (1993).
Falarei hoje a respeito da Escola de Chicago, mais conhecida por seu nome do que pelo conteúdo do que efetivamente fez. Mas, quero abordar este tema como uma pequena história dentro de uma história mais ampla da sociologia. Geralmente conta-se a história da sociologia como a história das grandes idéias sobre a sociedade e das grandes teorias a respeito da sociedade. Quando estudei esse assunto, ainda na universidade, meu professor, Louis Wirth, começava por Heráclito e Tucídides, ou seja, pelos antigos gregos. Outros, mais modestos, começavam por Maquiavel ou mesmo Khaldun. No entanto, esse é um tipo de apropriação do passado que não tem muito a ver com a realidade. Poderíamos apenas dizer, desse ponto de vista, que a história da sociologia, como história das idéias e teorias, começou, talvez, em algum momento do século XIX. Nomes como os de Durkheim, Marx, Weber e outros são, de fato, nomes do século XX e do final do XIX...

TERCEIRA AULA :PROBLEMA SOCIOLÓGICO PARA METODOLOGIA

prezados

Envio para as nossas primeiras discussões


Luciane

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A ÉTICA PROTESTANTE E A IDEOLOGIA DO ATRASO BRASILEIRO

trecho do texto - indicação de site para leitura

Jessé Souza

Max Weber é, sem sombra de dúvida, uma das referências fundamentais das ciências sociais no Brasil. Não só ele é um dos autores mais citados nas nossas dissertações e teses de mestrado e doutorado (Werneck Vianna, no prelo, p. 1), como, neste particular, juntamente com Marx, é a principal fonte de inspiração para a própria autocompreensão do Brasil. Apesar disto, muito embora tenhamos excelentes estudiosos da obra e de aspectos da obra weberiana, carecíamos de interpretações acerca desta influência. O trabalho de Luiz Werneck Vianna, "Weber e a interpretação do Brasil", ajuda a suprir esta lacuna importante. Com extraordinária riqueza analítica, este autor faz um interessante e convincente mapeamento da influência weberiana na interpretação do Brasil.




http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69091998000300006&script=sci_arttext

FLORESTAN FERNANDES (TRECHO)

Estudos Avançados

Print version ISSN 0103-4014

Estud. av. vol.8 no.22 São Paulo Sept./Dec. 1994

doi: 10.1590/S0103-40141994000300011

DEPOIMENTOS

Ciências Sociais: na ótica do intelectual militante

Florestan Fernandes

"Eu nunca teria sido o sociólogo em que me converti sem o meu passado e sem a socialização pré e extra-escolar que recebi através das duras lições da vida. Para o bem e para o mal — sem invocar-se a questão do ressentimento, que a crítica conservadora lançou contra mim — a minha formação acadêmica superpôs-se a uma formação humana que ela não conseguiu distorcer nem esterilizar. Portanto, ainda que isso pareça pouco ortodoxo e antiintelectualista, afirmo que iniciei a minha aprendizagem sociológica aos seis anos, quando precisei ganhar a vida como se fosse um adulto e penetrei, pelas vias da experiência concreta, no conhecimento do que é a convivência humana e a sociedade em uma cidade na qual não prevalecia a ordem das bicadas, mas a relação de presa, pela qual o homem se alimentava do homem, do mesmo modo que o tubarão come a sardinha ou o gavião devora os animais de pequeno porte. A criança estava perdida nesse mundo hostil e tinha de voltar-se para dentro de si mesma para procurar nas técnicas do corpo e nos ardis dos fracos os meios de autodefesa para a sobrevivência. Eu não estava sozinho. Havia a minha mãe. Porém a soma de duas fraquezas não compõe uma força. Éramos varridos pela tempestade da vida e o que nos salvou foi o nosso orgulho selvagem, que deitava raízes na concepção agreste do mundo rústico, imperante nas pequenas aldeias do norte de Portugal, onde as pessoas se mediam com o lobo e se defendiam a pau do animal ou de outro ser humano.

Há pouco interesse em descrever a variedade de ocupações a que precisei dedicar-me ou as venturas e desventuras que pontilharam uma infância e uma adolescência tão marcadas pela necessidade de ganhar a vida, de buscar no trabalho — por vezes humilhante e degradante — um instrumento de relação com os outros e de pressão sublimadora. Fazendo o que me via forçado a fazer também era compelido a uma constante busca para vencer uma condição em que o lumpen-proletário (e não operário) definia os limites ou as fronteiras do que não era gente. Antes de estudar esse processo na pesquisa sobre o negro, vivi-o em todos os matizes e magnitudes. A fronteira que me era negada também era conhecida pela experiência concreta. Na casa da minha madrinha Herminia Bresser de Lima, onde vivi durante uma parte da infância, ou ocasionalmente ia passar alguns dias; e na casa de outros patrões de minha mãe, entrei em contato com o que era ser gente e viver como gente. Além disso, através das várias ocupações, morei na casa de empregadores uma família negra, outra italiana e, parcialmente, uma família sírio-libanesa. Em suma, do tradicional ao moderno, do nacional ao estrangeiro, dei-me conta de quão grande e complexo era o mundo, e que nada me forçava a encerrar-me no confinamento dos porões, dos cortiços e dos quartos de aluguel em que morava com a minha mãe. Por fim, a mobilidade imposta pelos empregos da minha mãe ou pela elevação dos aluguéis expôs-me a conhecer vários bairros de São Paulo e vários tipos de vizinhança. Se tinha pouco tempo para aproveitar a infância, nem por isso deixava de sofrer o impacto humano da vida nas trocinhas e de ter résteas de luz que vinham pela amizade que se fôrma através do companheirismo (nos grupos de folguedos, de amigos de vizinhança, dos colegas que se dedicavam ao mesmo mister, como meninos de rua, engraxates, entregadores de carne, biscateiros, aprendizes de alfaiate e por aí a fora). O caráter humano chegou-me por essas frestas, pelas quais descobri que o grande homem não é o que se impõe aos outros de cima para baixo ou através da história; é o homem que estende a mão aos semelhantes e engole a própria amargura para compartilhar a sua condição humana com os outros, dando-se a si próprio, como fariam os meus Tupinambá. Os que não têm nada que dividir repartem com os outros as suas pessoas — o ponto de partida e de chegada da filosofia de 'folk' dentro da qual organizei a minha primeira forma de sabedoria sobre o homem, a vida e o mundo.


VERSÃO COMPLETA PODE SER LIDA EM

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141994000300011


terça-feira, 7 de junho de 2011

COLEÇÃO PRIMEIROS PASSOS PARA SOCIOLOGIA

1. O QUE É SOCIOLOGIA
http://www.4shared.com/get/hd-NuzTu/Coleo_Primeiros_Passos_O_que__.html

2. O QUE É FILOSOFIA
http://www.4shared.com/document/jq5_EjLw/O_QUE__FILOSOFIA_-_CAIO_PRADO_.htm

domingo, 5 de junho de 2011

A ESTRUTURA DAS REVOLUÇÕES CIENTÍFICAS

PARA METODOLOGIA


http://search.4shared.com/q/1/a%20estrutura%20das%20revolu%C3%A7%C3%B5es%20cient%C3%ADficas?suggested

DEFINIREMOS A LEITURA NAS PRÓXIMAS AULAS

livro sobre ÉMILE DURKHEIM para metodologia


prezados

Devem ler sobre o Suicídio - poderão baixar o livro no link

http://search.4shared.com/q/1/florestan%20fernandes?suggested